A entrada do Minha Casa Minha Vida pode ser reduzida — ou quase zerada — combinando três recursos: o subsídio federal (até cerca de R$ 55 mil nas faixas mais baixas), o saldo do FGTS e, no Paraná, os R$ 20 mil do Casa Fácil Paraná. Na Faixa 4 (classe média) a entrada mínima é de 20%; nas faixas mais baixas, os subsídios costumam cobrir a maior parte. Entender como montar essa entrada é o que destrava a compra para muita gente.
Veja como cada peça se encaixa e como chegar à menor entrada possível.
O que é a entrada e quanto ela costuma ser
A entrada é a parte do valor do imóvel que você paga "à vista" — o restante é financiado. No MCMV:
- Faixas 1 e 2: a entrada tende a ser baixa, porque o subsídio do governo abate boa parte do valor.
- Faixa 3: sem subsídio direto, mas com juros melhores; a entrada depende do imóvel e da sua capacidade de pagamento.
- Faixa 4 (classe média): entrada mínima de 20% do valor do imóvel.
Confira em qual você se encaixa no guia das faixas de renda.
As 3 formas de reduzir a entrada
1. Subsídio federal do MCMV
Nas faixas mais baixas, o governo concede subsídio que pode chegar a cerca de R$ 55 mil, abatendo diretamente o valor do imóvel. Quanto menor a renda, maior o subsídio. Não é empréstimo: é desconto.
2. FGTS
Se você é cotista, pode usar o saldo do FGTS para:
- Abater a entrada;
- Reduzir o saldo devedor (diminuindo a parcela);
- Amortizar o financiamento depois.
Além disso, cotistas têm 0,5 ponto percentual de desconto na taxa de juros. Para usar, leve o extrato do FGTS à Caixa.
3. Casa Fácil Paraná
No Paraná, famílias com renda de até 4 salários mínimos têm até R$ 20 mil de subsídio para a entrada (até R$ 80 mil para idosos). É transferido direto à Caixa e abate a entrada do contrato. Detalhes no guia do Casa Fácil Paraná.
Exemplo de como tudo se soma
Imóvel de R$ 220 mil, família na Faixa 1/2:





