Para comprar o imóvel, você precisa de dinheiro para duas coisas: a entrada e os custos de cartório e imposto (ITBI). A boa notícia é que o FGTS e os subsídios podem cobrir boa parte da entrada — então o que sai do seu bolso costuma ser menor do que o valor cheio. Em geral, vale ter guardado algo entre 5% e 10% do preço do imóvel só para os custos extras. Vamos somar tudo.
As duas contas que você precisa cobrir
- A entrada: a parte do valor que o banco não financia. Pode ser reduzida com FGTS e subsídios. Veja o que é a entrada.
- Os custos de cartório e ITBI: ficam por volta de 4% a 5% do valor do imóvel e não são financiados — saem do seu bolso. Detalhes em ITBI e cartório em Curitiba.
Exemplo simples
Imóvel de R$ 200 mil, com subsídio e FGTS cobrindo boa parte da entrada:
- Entrada do seu bolso: digamos, R$ 10 mil.
- Cartório e ITBI: cerca de R$ 8 a 10 mil.
- Total a ter guardado: por volta de R$ 18 a 20 mil.
O número muda conforme a sua renda, o FGTS e o subsídio. Por isso, simule o seu caso.
Não esqueça da reserva
Além disso, é bom guardar uma reserva de emergência para imprevistos depois da compra. Assim você não fica no zero a zero.
Descubra o seu número: simule entrada e custos no minhacasacuritiba.com.br.
Perguntas frequentes
Quanto preciso ter guardado para comprar?
O suficiente para a entrada (reduzida por FGTS e subsídios) mais os custos de cartório e ITBI, que ficam por volta de 4% a 5% do valor e não são financiados.
Os custos de cartório entram no financiamento?
Não. Cartório e ITBI são pagos à parte, do seu bolso. Por isso é importante reservar esse dinheiro.
O FGTS reduz o que preciso guardar?
Sim. Como o FGTS pode formar boa parte da entrada, o valor que sai do seu bolso fica bem menor.
Devo guardar só o necessário para comprar?
Não. Vale ter também uma reserva de emergência para depois da compra, evitando apertos com imprevistos.
Conteúdo informativo, atualizado em maio de 2026. Valores são exemplos e podem variar.