O CET (Custo Efetivo Total) é o número que mostra quanto o financiamento realmente custa por ano — somando, além dos juros, os seguros obrigatórios (MIP e DFI), a taxa de administração e eventuais tarifas. É por isso que o CET é sempre maior que a taxa de juros anunciada, e é ele, não a taxa "de vitrine", que você deve usar para comparar propostas. Olhar só os juros pode enganar; o CET revela o custo de verdade.
Veja o que entra no CET e como usá-lo a seu favor.
O que é o CET
CET significa Custo Efetivo Total. É a soma de tudo o que você paga no financiamento, expressa em percentual ao ano. A divulgação do CET é obrigatória por norma do Banco Central, justamente para o consumidor conseguir comparar ofertas de forma justa.
O que entra no CET
| Componente | O que é |
|---|---|
| Juros | A taxa do financiamento (varia por faixa) |
| Seguro MIP | Morte e invalidez do titular |
| Seguro DFI | Danos físicos ao imóvel |
| Taxa de administração | Custo mensal de gestão do contrato |
| Tarifas | Avaliação do imóvel e outras, quando houver |
Por isso, dois financiamentos com a mesma taxa de juros podem ter CET diferente — e o melhor é o de menor CET.
Por que olhar o CET, não só os juros
A taxa de juros é só uma parte da conta. Um banco pode anunciar juros baixos e embutir seguros e tarifas mais caros, elevando o custo real. O CET coloca tudo no mesmo número, permitindo comparar maçã com maçã. Use-o ao avaliar uma portabilidade ou ao escolher entre propostas.





